Febril eu fiquei depois que você partiu. Sinto meu rosto arder de raiva por cada lembrança e isso é apenas uma parte do tudo.
Frio é como ficou esse coração que bate cada minuto mais apertado.
Me dói ver tantos querendo me ajudar, fazer algo por mim quando nem eu posso. Quando esse vazio instalado parece não ter fim.
Eu sei das suas palavras. Vai dizer que ainda é cedo pra me sentir melhor e que um dia eu irei. Pode ser.
Mudaria algo se eu te contasse que faz um tempnho que já entrei nessa? Faz diferença se eu contar que perdi a conta das noites que passo em claro. Das madrugadas olhando o céu infinito a espera de qualquer coisa. Há tempos que me sinto só e nada tem a mesma graça de antes.
Amanhã será um dia especial pra mim. Um marco em minha vida. Minha Formatura. E eu não tenho vontade alguma em estar ali. Só o farei porque esperam que assim eu proceda.
Andam me cobrando projetos, me perguntando do futuro. Eu mal aguento carregar a vida presente, esse fardo diário cheio de manobras pra enganar a tristeza.
Aho tão injusto me sentir assim quando conheço pessoas que fazem tudo pra me deixar melhor. É que realmente não consigo. Sinto minha paz roubada. Meu mundo gira rápido demais e eu já não acompanho seu ritmo.
Talvez eu embarque em causas nobres. Preciso ajudar alguém, sentir essa existência útil. Senão perigoso eu pirar de vez.
Ah! Escrevi tantos textos desde então, mas não irei postar. Não consigo lê-los. Nem sei ao certo se eles dão conta de exprimirir o que ainda se possa chamar de sentimentos. Não que eu me ache capaz de sentir algo, nesse momento.
Já me enchi de toda essa pieguice, de toda essa tristeza e não tenho idéia de como sair dela. Sinto ódio, raiva e ao mesmo tempo, isso é nada. Se desfaz na poeira do meu dia-a-dia.
O que eu quero mesmo é ir pra algum lugar bem longe de todos e onde eu possa respirar ar puro e passar um fim de tarde todo olhando o pôr-do-sol. E só. Ficar assim pra sempre.
Frio é como ficou esse coração que bate cada minuto mais apertado.
Me dói ver tantos querendo me ajudar, fazer algo por mim quando nem eu posso. Quando esse vazio instalado parece não ter fim.
Eu sei das suas palavras. Vai dizer que ainda é cedo pra me sentir melhor e que um dia eu irei. Pode ser.
Mudaria algo se eu te contasse que faz um tempnho que já entrei nessa? Faz diferença se eu contar que perdi a conta das noites que passo em claro. Das madrugadas olhando o céu infinito a espera de qualquer coisa. Há tempos que me sinto só e nada tem a mesma graça de antes.
Amanhã será um dia especial pra mim. Um marco em minha vida. Minha Formatura. E eu não tenho vontade alguma em estar ali. Só o farei porque esperam que assim eu proceda.
Andam me cobrando projetos, me perguntando do futuro. Eu mal aguento carregar a vida presente, esse fardo diário cheio de manobras pra enganar a tristeza.
Aho tão injusto me sentir assim quando conheço pessoas que fazem tudo pra me deixar melhor. É que realmente não consigo. Sinto minha paz roubada. Meu mundo gira rápido demais e eu já não acompanho seu ritmo.
Talvez eu embarque em causas nobres. Preciso ajudar alguém, sentir essa existência útil. Senão perigoso eu pirar de vez.
Ah! Escrevi tantos textos desde então, mas não irei postar. Não consigo lê-los. Nem sei ao certo se eles dão conta de exprimirir o que ainda se possa chamar de sentimentos. Não que eu me ache capaz de sentir algo, nesse momento.
Já me enchi de toda essa pieguice, de toda essa tristeza e não tenho idéia de como sair dela. Sinto ódio, raiva e ao mesmo tempo, isso é nada. Se desfaz na poeira do meu dia-a-dia.
O que eu quero mesmo é ir pra algum lugar bem longe de todos e onde eu possa respirar ar puro e passar um fim de tarde todo olhando o pôr-do-sol. E só. Ficar assim pra sempre.