Música boa não tem rótulo, nem definição. É boa e pronto. Eu, pessoalmente, curto bandas nacionais, mais especificamente dos anos 80. Mas o que eu gosto mesmo são as antiguinhas. Nacionais ou internacionais. Aquelas que com frequência nos fazem pensar na seguinte frase clichê "já não se fazem mais bandas como antigamente". E cá entre nós, é bem verdade.
Dentre algumas que eu adoro está o Alphaville. Escolhi essa música por ter sido marcante e por me emocionar bastante. Sim, pra mim música tem que emocionar, provocar, incitar, mobilizar. O que eu classifico como música ruim são justamente aquelas que ouço e não me dizem nada, não exprimem nada. Sem preconceito, é só uma forma de avaliar o meu gosto. E gosto cada um tem o seu. Se prefere ouvir Restart e/ou derivados, vá em frente. Só não me convide a fazer igual.
Muitas vezes essa discussão de música nos leva a um denominador comum: a falta de conhecimento da obra que gera crítica mal estruturada. Pra criticar um cantor, banda ou dupla é preciso ouvir a música, conhecer a obra. Buscar informação. Senão fica fácil falar mal de bandas que todos falam mal só pra entrar no time dos "cults" e seja lá o que isso signifique.
Eu já parei pra ouvir várias bandas da moda. Já assisti clipe do Justin Bieber, Restart e ouvi Nx Zero, Fiuk, dentre outras. Defendo, com opinião fundamentada no conhecimento prévio que detesto todos. O motivo é simples, eu fui conhecer a obra e ela não me convenceu. Só me pareceu um bando de adolescentes cantando para outros tanto adolescentes tão vazios quanto os que compõem. É de uma medriocridade absurda. Por outro lado, aprecio Jay Vaquer e Fresno, só pra citar alguns. Cito esses dois exemplos como meus argumentos. Se o Jay Vaquer faz uma música incrível sobre amor (é o caso de "Cotidiano de um casal feliz"), por que Nx Zero só consegue sobressair com regravações? (ou alguém acha que "Apenas mais de uma amor" é composta por eles?) Fresno tem letras interessantes, são modernas, para o jovem moderno, os arranjos e a melodia são expressivos, tendem para a sensibilidade.
Pra mim, o problema de ambos, tanto dos críticos, quanto dos fãs é a limitação erronea. No meu caso, eu gosto de músicas antigas. Mas isso não me impede de ouvir bandas atuais. Pelo contrário, é um mecanismo de comparação. A meu ver as bandas atualmente, tanto no contexto nacional quanto internacional passam por uma fase de declínio. Perdeu-se a qualidade e prioriza-se a comercialização. As letras são fáceis e a mensagem passada é banal. Senso comum. O pouco que foge a isso muitas não tem espaço na mídia, ficando a mercê da popularização através de seus admiradores. Música independente é um risco, uma alternativa perigosa e incerta. Ainda assim, funciona como opção para sair da mesmice das massas, da mesma repetição de refrões vagos e inúteis.
A escolha do vídeo é um complemento ao texto. Uma música que fala de juventude, de permanecer eternamente jovem. Por que uma dessas bandas (ou cantores) da moda não elaboram uma letra que mostre o jovem de hoje e se ele ainda nutre o sentimento de querer ser jovem pra sempre? Fica a dica!
Dentre algumas que eu adoro está o Alphaville. Escolhi essa música por ter sido marcante e por me emocionar bastante. Sim, pra mim música tem que emocionar, provocar, incitar, mobilizar. O que eu classifico como música ruim são justamente aquelas que ouço e não me dizem nada, não exprimem nada. Sem preconceito, é só uma forma de avaliar o meu gosto. E gosto cada um tem o seu. Se prefere ouvir Restart e/ou derivados, vá em frente. Só não me convide a fazer igual.
Muitas vezes essa discussão de música nos leva a um denominador comum: a falta de conhecimento da obra que gera crítica mal estruturada. Pra criticar um cantor, banda ou dupla é preciso ouvir a música, conhecer a obra. Buscar informação. Senão fica fácil falar mal de bandas que todos falam mal só pra entrar no time dos "cults" e seja lá o que isso signifique.
Eu já parei pra ouvir várias bandas da moda. Já assisti clipe do Justin Bieber, Restart e ouvi Nx Zero, Fiuk, dentre outras. Defendo, com opinião fundamentada no conhecimento prévio que detesto todos. O motivo é simples, eu fui conhecer a obra e ela não me convenceu. Só me pareceu um bando de adolescentes cantando para outros tanto adolescentes tão vazios quanto os que compõem. É de uma medriocridade absurda. Por outro lado, aprecio Jay Vaquer e Fresno, só pra citar alguns. Cito esses dois exemplos como meus argumentos. Se o Jay Vaquer faz uma música incrível sobre amor (é o caso de "Cotidiano de um casal feliz"), por que Nx Zero só consegue sobressair com regravações? (ou alguém acha que "Apenas mais de uma amor" é composta por eles?) Fresno tem letras interessantes, são modernas, para o jovem moderno, os arranjos e a melodia são expressivos, tendem para a sensibilidade.
Pra mim, o problema de ambos, tanto dos críticos, quanto dos fãs é a limitação erronea. No meu caso, eu gosto de músicas antigas. Mas isso não me impede de ouvir bandas atuais. Pelo contrário, é um mecanismo de comparação. A meu ver as bandas atualmente, tanto no contexto nacional quanto internacional passam por uma fase de declínio. Perdeu-se a qualidade e prioriza-se a comercialização. As letras são fáceis e a mensagem passada é banal. Senso comum. O pouco que foge a isso muitas não tem espaço na mídia, ficando a mercê da popularização através de seus admiradores. Música independente é um risco, uma alternativa perigosa e incerta. Ainda assim, funciona como opção para sair da mesmice das massas, da mesma repetição de refrões vagos e inúteis.
A escolha do vídeo é um complemento ao texto. Uma música que fala de juventude, de permanecer eternamente jovem. Por que uma dessas bandas (ou cantores) da moda não elaboram uma letra que mostre o jovem de hoje e se ele ainda nutre o sentimento de querer ser jovem pra sempre? Fica a dica!